As Partes “Perdidas” III: Agradecimentos

As Partes “Perdidas” III: Agradecimentos

E, finalmente, pagando a minha dívida, segue a última parte prometida do livro “Que Tipo de Líder Você É: Culpado ou Herói?“: os Agradecimentos.

Apenas voltando a esclarecer, o livro foi originalmente publicado sem esta parte na Amazon, quando foi lançado em Outubro de 2017. Então, após a nova revisão do livro, segue ele aí abaixo também.

Agradecimentos

Na verdade, eu não tinha nenhuma pretensão de escrever um livro.  Eu estava tentando encadear alguns assuntos para gerar conteúdo para o blog da Zehnk (http://blog.zehnk.com/), assim como já havia feito para o blog da ViaDigital Solutions (http://viadigitalsolutions.com.br/bussola-digital), e o livro foi aparecendo naturalmente. E foi aparecendo em função de todo o aprendizado que tive neste processo, desde que comecei a minha carreira de gestão. Na verdade, muito antes disso até: no início da minha formação como pessoa e, posteriormente, na minha formação profissional. Portanto, o meu amadurecimento como pessoa e gestor, ao longo deste tempo todo, está aqui.

Ainda assim, escrever os “Agradecimentos” de um livro é algo meio surreal para mim, pois, como falei, um livro era algo muito distante do que eu imaginava fazer. No entanto, agora, preciso fazê-lo. Preciso, de coração, agradecer a um monte de gente que apareceu no meu caminho e que contribuiu para a minha formação, capacitação e, mais que isso, para a minha história.

Aproveito para comentar também que eu tive muita sorte em encontrar estas pessoas especiais nesta jornada, pois, acima de tudo, são pessoas do bem e que eu admiro muito.

Mas, de cara, já vou pedindo desculpas, caso esqueça o nome de alguém.

Vou começar do início, agradecendo a três pessoas que são muito importantes para mim. Eles foram meus primeiros gestores, lá no longínquo ano de 1989 na Mills, e são meus amigos desde então: Luiz Cláudio Santos, Marcelo Galhego e Eduardo Campos. Foi muito importante conhecê-los por perceber que era viável criar um ambiente profissional, eficiente e sério ao mesmo tempo em que era possível construir uma equipe comprometida, colaborativa e divertida.

Outros dois gestores que tive no meu início de carreira e foram grandes exemplos pela forma ponderada de se colocarem sempre (mesmo que eu não tenha conseguido seguir esta linha, por muitas vezes): Edmundo Torreão e Mário Tokoro. O Edmundo foi também meu orientador no projeto final da PUC e me fez perder muitas noites de sono e, mesmo não tendo trabalhado por muito tempo diretamente com ele na Casas Sendas (não chegou a 2 anos), meu aprendizado foi muito grande. Neste período de Sendas fiz grandes amigos e tive por lá o Eduardo Alcântara, como um grande mentor: acabamos formando uma ótima dupla!

Outro mentor muito importante para mim foi o Ricardo Ozaki na Xerox. Ele me amparou muito quando os desafios pareciam maiores que eu. Devo muito a ele!

Com o Tokoro, trabalhamos juntos durante por boa parte da década de 1990 e formamos uma ótima equipe para atender os supermercados e seus sistemas financeiros. No time, voltei a atuar com o Marcelo Galhego. Tinhamos ainda o Robson Leite, o Cláudio Tokoro, a Patrícia Hofmeister e o mestre Akeo Tanabe. Depois, ainda ganhamos o reforço de outro mestre: Alexandre Corrêa, que nos orientou no projeto super inovador do Smarket.

Não posso também deixar de referenciar e reverenciar a Sandra Mariano. Ela me deu aula em alguns cursos que fiz em lugares diferentes e acabou se tornando a minha orientada no MBI do NCE/UFRJ. Com ela, tive boas conversas sobre empreendedorismo e inovação. Obrigado, Sandra!

O período que trabalhei na Infoglobo, porém, foi um dos mais ricos e de melhores lembranças que tenho. Lá, foi também o lugar que ajudou a consolidar o “Cláudio Barizon” de agora e a moldá-lo, graças a uma enormidade de desafios e mudanças, que ocorreram ao longo dos 13 anos que estive na empresa e onde tive o prazer do construir inúmeras amizades.

Tive também a sorte de ver de perto dois grandes diretores em ação, com todas as suas diferenças: o carisma do Vicente Gonçalves e o pragmatismo do Carlos Safini. Entender esta complementariedade certamente contribuiu muito para que eu pudesse ser um gestor melhor.

Na época do Vicente, formamos o TGT, o Time de Gestão de TI, fase extremamente inspiradora. Renato Baptista e Américo Diniz foram meus gerentes e me ajudaram muito a crescer, tanto quanto o Paulo Moura, o outro gerente do grupo, que eu o perturbava eventualmente para “chorar as minhas pitangas”, além do Jesuíno Lopes, que ficava em São Paulo e havia sido meu coordenador, assim que cheguei na Infoglobo.

O grupo era composto também pelos demais coordenadores. Tivemos bons momentos juntos, ajudando a estruturar a nossa área de Tecnologia: Abílio Rodrigues, Alex Alves, Ana Cristina França, Anderson Ferreira, Carlos Alberto Paredes, Edu Viana, Jan Lobo, José Alves, Leila Antunes, Márcia Barros, Márcio Félix, Wagner Henriques e Wolkers. Obrigado, turma! Bons tempos!

Não posso deixar de agradecer também às minhas primeiras equipes. Elas foram um MBA completo para mim. Por duas vezes!

Minha primeira equipe na Infoglobo atendia às redações dos jornais impressos (O Globo e Extra) e ao Parque Gráfico: André Guarabyra, Carlos Melo, Leila Antunes, Léo Setta, Léo Blay, Marcio Rodrigues, Marcos Coelho, Mariana Gomes, Nelson Miler, Peninha e Taninha Batista.

Em seguida, migrei para o Globo Online. Neste período, de 2004 a 2007, juntamente com os gestores da área, Joyce Jane, Raquel Almeida, Daniel Stycer e Aloy Jupiara, formamos um grande time e o Globo Online foi premiado inúmeras vezes interna e externamente, em função das inovações que eram apresentadas mês a mês. E isso só foi possível acontecer graças à sinergia que existia entre a Redação, a equipe de designers, comandada pelo Daniel Chaves, e a nossa equipe de Tecnologia, formada por: Carlos Duplar, Francisco Eugênio (o Chicão), Cinthya Ruys, Eduardo “Jaconé” Henriques, Fábio Mahfoud, Karina Pereira, Nelson Miler e Rubens Santos. Momento realmente especial!

Mas ainda não acabou! Desculpem-me… Eu não havia escrito os “Agradecimentos” num primeiro momento, mas agora que estou escrevendo, danou-se… Vou escrever um pouco mais, ok?

Com o Safini, tivemos anos intensos: mudança atrás de mudança. Foi muito bom! Um tremendo aprendizado. Agradeço muito a acolhida do próprio Safini, do Paulo Moura e do Jesuíno Lopes. Agradeço também a dedicação e ao carinho sempre presente da Alessandra Frias e dos cuidados e dos números da Paula Brito.

Depois ganhamos reforços. Primeiro com o Alexandre Donner e, mais adiante, com o Alexandre Martins (grandes companheiros!), quando a Tecnologia era outra já, focada nos produtos digitais da empresa. E este foi um momento de uma grande virada. Esta história é contada, de alguma forma, na primeira parte deste livro. 

Começamos a adotar formalmente as metodologias ágeis. Contamos com a consultoria e orientação do Juan Bernabó. O Juan trouxe novos conceitos e muita inspiração. Tornamo-nos bons amigos e, posteriormente, sócios. Tivemos uma preciosa ajuda também: da minha amiga Leila Antunes, que abraçou a metodologia ágil e nos ajudou a disseminar pela empresa. Depois ainda contamos com mais amigos e que vestiram esta camisa: Alberto Gambardella, Bruna Cormack Alves, Fabrício Yutaka Fujikawa, Juliana Baião e Renata Bonora. Como foi bom, né?

Neste momento, já não estavam na nossa equipe outros coordenadores: no caso, o Alex Alves, o Edu Viana, o Paulo Martins e a Roberta Baldanzi. Mas não posso deixar de agradecê-los por toda a compreensão e ajuda durante aqueles momentos iniciais, quando as coisas estavam sendo ajustadas e uma nova estrutura sendo implantada.

Assim como não posso deixar de agradecer a todas as nossas equipes. Desculpe-me não listar todos os nomes, pois certamente vou deixar de mencionar alguém. Mas vocês todos sabem quem são.

Vou agradecer de novo algumas mesmas pessoas: Juan Bernabó, Bárbara Brito, Jesuíno Lopes e Fabrício Yutaka Fujikawa. Nossa amizade e a vontade de contribuir com outras empresas, através de todo este aprendizado e experiência, nos tornou sócios na Teamware do Brasil primeiro e, depois, na ViaDigital Solutions. Agradeço a confiança e por terem querido me aturar novamente.

E não satisfeito, Jesuíno me atura também na Zehnk. Ele e o André Fleury. Acho que nós formamos um bom time e agradeço aos dois por nos darem a oportunidade de seguirmos juntos numa desafiadora jornada de criar e manter uma startup no Brasil e por me darem força para escrever este livro.

Da mesma forma, agradeço a toda a equipe da Zehnk, que nos inspira a cada dia. Os membros atuais: Eduardo “Jaconé” Henriques (olha ele aí de novo também!), Giuseppe Mannarino, Ludmila Ribeiro, Pedro Grilo, Sérgio Brascher e Vinícius Suarez. E os que já nos deixaram atrás de novos desafios: Bruno Pedrosa, Katja Aquino e Paula Porto.

Não posso deixar de agradecer também aos investidores da Zehnk por acreditarem nas nossas ideias malucas. Obrigado, Carlos Nolasco, Carlos Vianna, Cláudio Laranjeira, Francisco Ribeiro, Giancarlo Berry, Henrique Washington, José Schettino, Léo Marques, Lucien Cohen, Luiz Fernando Walker, Marcelo Astrachan, Paulo Novis, Ricardo Chisman e Tales Sian Lopes!

Um agradecimento especial à minha família: a educação e a criação que tive em casa com meus pais (Sr. Barizon e Dona Andréa) e meus irmãos (Patrícia e Marcus); e aos meus amores, Paula e Pedro, que têm que aturar o chato aqui todos os dias. Espero poder retribuir toda a paciência que tiveram comigo, principalmente, nestes dias difíceis, buscando fazer a nossa startup, a Zehnk, decolar.

Por último e não menos importante, agradeço a você. Se você chegou até aqui, então, você é um herói! Um super obrigado por me “ouvir”. Foi um prazer enorme poder compartilhar um pouco do que aprendi com toda esta turma especial!

 

Cláudio Barizon

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